Medidas e cálculo
Molas em série e em paralelo
A disposição de várias molas altera a constante equivalente e a carga recebida por cada elemento.

Caso ideal
Para molas lineares ideais com a mesma deflexão em paralelo, as constantes se somam: k total = k1 + k2. Em série, todas recebem a mesma força e as flexibilidades se somam: 1/k total = 1/k1 + 1/k2.
Limites do arranjo
A distribuição real depende de apoios, alinhamento, tolerâncias, pré-carga, contato entre peças e variações da constante. Se uma mola chega ao fechamento ou perde contato, o modelo equivalente deixa de representar o conjunto.
Exemplo ilustrativo
Com k1=4 e k2=6 N/mm, em paralelo k total=10 N/mm. Em série k total=2,4 N/mm; com F=12 N, as deformações são 3 e 2 mm, 5 mm no total. Duas molas em paralelo comprimidas 2 mm suportam idealmente 20 N.
