Medidas e cálculo

Molas em série e em paralelo

A disposição de várias molas altera a constante equivalente e a carga recebida por cada elemento.

Três arranjos com pratos: uma mola, duas molas em série e duas em paralelo.
Ilustração educativa gerada para este guia.
Molas ideais em paralelo e em série k₁k₂ k₁k₂ k = k₁ + k₂1/k = 1/k₁ + 1/k₂
Modelos lineares ideais: mesmo curso em paralelo; mesma força em série.

Caso ideal

Para molas lineares ideais com a mesma deflexão em paralelo, as constantes se somam: k total = k1 + k2. Em série, todas recebem a mesma força e as flexibilidades se somam: 1/k total = 1/k1 + 1/k2.

Limites do arranjo

A distribuição real depende de apoios, alinhamento, tolerâncias, pré-carga, contato entre peças e variações da constante. Se uma mola chega ao fechamento ou perde contato, o modelo equivalente deixa de representar o conjunto.

Exemplo ilustrativo

Com k1=4 e k2=6 N/mm, em paralelo k total=10 N/mm. Em série k total=2,4 N/mm; com F=12 N, as deformações são 3 e 2 mm, 5 mm no total. Duas molas em paralelo comprimidas 2 mm suportam idealmente 20 N.